Monitorar a inadimplência com indicadores precisos é o primeiro passo para uma gestão eficiente. As principais métricas são: taxa de inadimplência geral, ticket médio de débito, tempo médio de atraso e taxa de recuperação — cada uma revelando um aspecto diferente do problema.
Administradoras que controlam a inadimplência apenas por "impressão" perdem a capacidade de agir preventivamente. Indicadores permitem identificar quais condomínios estão em deterioração antes que a situação se torne crítica — e comparar a eficiência das estratégias de cobrança ao longo do tempo.
A administradora deve produzir um relatório mensal por condomínio com: lista de inadimplentes, débito atualizado com encargos, status da cobrança (notificação, acordo, processo) e evolução dos KPIs em relação ao mês anterior.
Pesquisas do setor indicam inadimplência média entre 7% e 12% nas grandes cidades.
Mensalmente é o mínimo. Condomínios com histórico de inadimplência alta devem ser monitorados quinzenalmente.
A administradora é contratada para gerir, não para garantir o recebimento. Mas contratos podem prever responsabilidades por falhas no processo de cobrança.
Entre 60 e 90 dias de inadimplência, após pelo menos uma notificação extrajudicial sem resposta.
Gestão da inadimplência com base em indicadores transforma uma atividade reativa em proativa. Administradoras que medem, monitoram e agem com base em dados recuperam mais crédito, com menos custo e em menos tempo.
Denise Viana (OAB/RS 131222) é advogada com atuação em Direito Previdenciário e Direito Condominial. Atende em todo o Brasil por WhatsApp e videoconferência, com foco em LOAS/BPC, Salário-Maternidade e recuperação de créditos condominiais.
Áreas: LOAS · BPC · Salário-Maternidade · Visão Monocular · TEA · Direito Condominial · Cobrança de Cotas
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